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Dados GNSS

Converter arquivos de receptor GNSS para RINEX

O RINEX padroniza o intercâmbio de observações GNSS entre equipamentos e programas de processamento. O conversor identifica os formatos suportados e gera arquivos compatíveis com a versão selecionada, preservando a necessidade de conferir os dados de origem.

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Identificação do formato por conteúdo

Extensões como .dat e .bin podem representar formatos diferentes conforme o fabricante e a configuração do receptor. A seleção do leitor deve considerar a estrutura do arquivo, e não apenas seu nome.

A identificação utiliza o conteúdo inicial do arquivo, com a extensão como informação complementar. Cada arquivo do lote é analisado individualmente. A compatibilidade depende da presença das mensagens e observações necessárias à conversão.

Formatos suportados

GrupoExtensões
RINEX.obs, .nav, .rnx, .o, e as terminadas em O, N e G
Binário de receptor.ubx, .rtcm2, .rtcm3, .gps, .bin, .stq, .jps, .nvs, .bnx, .binex
Identificado por conteúdo.dat, reconhecido como RTCM 3

A entrada aceita arquivos individuais, pastas ou ZIP de até 250 MB. As sessões são identificadas pelos intervalos de observação e apresentadas na linha do tempo. A revisão permite conferir a continuidade e definir o agrupamento antes do processamento.

Versão RINEX e constelações

A versão RINEX deve ser compatível com o programa de destino e com os sinais que precisam ser preservados. O RINEX 3 representa constelações e observáveis com maior detalhamento que o RINEX 2.11. Sistemas legados podem exigir uma versão específica.

A seleção de constelações também deve atender ao programa de destino. Restringir sistemas ou observáveis altera o conteúdo disponível ao processamento posterior e deve ser uma escolha explícita.

Preparo para o PPP do IBGE

O formulário atual do IBGE-PPP aceita observações em RINEX ou Hatanaka, inclusive arquivos compactados nas extensões que o próprio serviço relaciona. A opção de preparo gera uma cópia em RINEX 2.11 e, quando necessário, reduz o volume pela taxa de gravação. É um modo de compatibilidade e transporte, não uma exigência geral do serviço.

Compatibilidade da saída A preparação em RINEX 2.11 atende programas que utilizam essa versão. A redução do volume por decimação deve ser compatível com a dinâmica e a finalidade das observações.

Os requisitos de entrada do PPPg.geo devem ser conferidos antes do envio. Não é necessário converter um RINEX já compatível apenas para alterar sua versão.

Taxa de gravação e decimação

A decimação aumenta o intervalo entre épocas e reduz o volume do arquivo. Em sessões estáticas, sua adequação depende da duração, da continuidade das observações e da configuração do processamento. A redução da amostragem não deve ser adotada sem avaliar esses requisitos.

No posicionamento cinemático, a decimação reduz a resolução temporal da trajetória. Em aerofotogrametria, isso pode afetar a determinação da posição nos eventos de exposição. Os registros originais devem ser preservados e o intervalo escolhido precisa atender à dinâmica da plataforma.

Arquivos de saída

Perguntas frequentes

Quais formatos de receptor o conversor aceita?

RINEX e os binários listados acima, além de .dat identificado como RTCM 3 pelo conteúdo. A entrada aceita arquivos soltos, pasta ou ZIP de até 250 MB.

Por que a extensão do arquivo não basta?

Uma mesma extensão pode corresponder a estruturas distintas. A leitura do conteúdo permite selecionar o formato suportado e evita depender exclusivamente do nome do arquivo.

Qual versão do RINEX devo escolher?

Utilize uma versão aceita pelo programa de destino e compatível com as constelações e observáveis do levantamento. O RINEX 2.11 pode ser necessário para sistemas legados; outras aplicações aceitam versões posteriores.

O que a opção de preparo para o PPP do IBGE faz?

Gera uma cópia em RINEX 2.11 e, quando necessário, reduz o volume da observação por decimação, como opção de compatibilidade e não como exigência geral do formulário atual do IBGE-PPP.

Reduzir a taxa de gravação piora o resultado?

A decimação reduz a resolução temporal. Em estático, o efeito depende da sessão e do processamento. Em cinemático, pode afetar a trajetória e a interpolação dos eventos. O intervalo deve ser definido conforme a aplicação, com preservação do arquivo original.

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